DESTAQUE  escrito em quinta 01 setembro 2011 07:53

Blog de fabianomarques :O Mundo dos Vinhos, DESTAQUE

A história do vinho chileno, o mais consumido por brasileiros, começa em 1551, na primeira colheita de uvas feita por Francisco de Aguirre, na cidade de Copiapó. Os vinhedos eram de uma tinta simples, denominada país, a mesma varietal plantada por religiosos na Califórnia, chamada de mission.

À época, os vinhos foram usados em ofícios religiosos, mas logo seu consumo se tornou hábito, e o sucesso do vinho chileno, nos 270 anos da dominação espanhola, criou uma involuntária competição com vinhos da Espanha. E logo surgiram decretos proibindo novas plantações de uvas e aumentando impostos para coibir a concorrência.

A Coroa espanhola agiu ainda de forma drástica, proibindo exportações e arrancando videiras. Essas medidas ajudaram a fomentar a revolta contra os colonizadores, o que, combinado com os eventos políticos na Espanha e com as guerras napoleônicas, culminou, em 1810, com a luta pela independência.

A luta duraria até 1818, com a vitória das forças de Bernardo O'Higgins e de José de San Martín, este último um general argentino que atuou na libertação do Chile.

INFLUÊNCIA FRANCESA
A influência da França nos rumos do vinho chileno veio a seguir. As mudanças na vitivinicultura que se seguiram à independência são creditadas a ricos donos de minas.

Indo à França, se tornaram apreciadores dos vinhos franceses, em especial dos produzidos em Bordeaux, e levaram uvas bordalesas para o Chile, especialmente das varietais cabernet sauvignon, carmenère, malbec, merlot, sauvignon blanc e sémillon.

O pioneiro foi Silvestre Ochagavía, em 1851; ele foi seguido por outros fundadores de vinícolas ainda em atividade: Viña Concha y Toro, Viña Errazuriz, Víña Carmen, Viña Cousino-Macul, Viña San Pedro, Viña Santa Carolina e Viña Santa Rita etc.

Com as uvas, vieram técnicas francesas e houve ganho de qualidade. Outro fator que diferenciou os vinhedos chilenos foi a ausência da filoxera, praga que dizimou videiras ao redor do mundo, exceto no Chile, no final do século 19, por razões não totalmente compreendidas. Hoje, seu território é um santuário de videiras originais, centenárias, plantadas em pé-franco, sem a necessidade do uso de enxertia.

O período de prosperidade propiciado pelas exportações para a Europa, que à época não tinha como produzir vinhos, revitalizou vinhedos.

A retomada da produção em países tradicionais, como a França e a Itália, se seguiu à cobrança de pesadas taxas para a importação de vinhos, adotada em 1902. Com isso, o Chile perdeu o mercado internacional e viveu período de estagnação.

Em 1970, o governo Salvador Allende iniciou um processo de reforma agrária, com expropriação de terras e divisão das grandes propriedades, golpeando a indústria do vinho. Para completar, exportações caíram a nível mínimo no período Pinochet.

Os tempos difíceis foram superados e, entre a metade dos anos 1980 e os anos 1990, o Chile respirou novos ares, com investimentos em vinícolas e vinhedos, buscando locais de plantio. Estudos do "terroir" conduzidos por nomes como Pedro Parra e Marcelo Retamal resultam em novíssimas regiões de plantio e fazem surgir vinhos elegantes e inovadores.

Também está nascendo no Chile o enoturismo, atividade próspera que atrai apreciadores: boa parte deles são brasileiros.

 

FONTE: Folha de São Paulo

ARTHUR AZEVEDO, médico e enólogo, foi presidente da Associação Brasileira de Sommeliers (SP) e edita a revista "Wine Style" (www.winestyle.com.br) e o site Artwine (www.artwine.com.br)

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BORDEAUX  (REGIÔES PRODUTORAS) escrito em segunda 01 agosto 2011 08:39

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A região mais conhecida do mundo " Bordeaux "

A região de Bordéus, na França, é a segunda maior área de cultivo de vinhos em todo o mundo, com 284.320 acres de vinhedos e treze mil viticultores. Apenas a região do Languedoc, também na França, com 617.750 acres de vinhedos plantados, é maior.

Com uma produção anual de mais de 700 milhões de garrafas, Bordeaux produz uma quantidade enorme de vinhos de mesa para o dia-a-dia, bem como,também, os mais caros e prestigiados vinhos do mundo. Os vinhos tintos e Doce branco (Sauternes) fundamentam a reputação dos vinhos bordaleses, ainda assim, Bordeaux produz vinhos brancos, vinhos rosés e vinhos espumantes, estes últimos denominados 'Crémant de Bordeaux'.

A maior razão para o sucesso da produção vinícola bordalesa é o ambiente excelente para o desenvolvimento de vinhedos. A base geológica do solo da região é de pedra calcária, o que representa um solo de estrutura rica em cálcio. Os cursos dos rios Garonne e Dordogne, que irrigam a terra, e o clima litorâneo, que propicia umidade à atmosfera, concorrem para a criação de um ambiente quase perfeito para a cultura de vinhedos.

Seus vinhos tintos são conhecidos como claret no Reino Unido, é geralmente feito com uma mistura de uvas. As uvas permitidas são: Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, Petit Verdot, Malbec e Carmenére, contudo, a uva Malbec é raramente usada e a uva Carmenére está, agora, virtualmente extinta da região de Bordeaux.

O branco bordalês é feito a partir das uvas: Sauvignon Blanc, Semillon e Muscadelle.

Sua história  provavelmente, teve início por volta do ano 48 a.C, durante a ocupação romana de St. Émilion, quando o Império romano estabeleceu vinhedos para o cultivo de vinho para seus soldados. Entretanto, apenas em 71 d.C, foram registradas as primeiras evidências da existência de vinhedos na região de Bordeaux. As primeiras grandes extensões de vinhedos franceses, criados por Roma, em torno de 122 d.C, localizavam-se na atual região de Languedoc.

Embora popular no mercado doméstico, o vinho francês era raramente exportado, devido à extensão das áreas cultivadas e volume da produção serem relativamente baixos. No século XII, porém, a popularidade dos vinhos bordaleses cresceu vertiginosamente depois do casamento de Henry Plantagenet e Aliénor d'Aquitaine.

Ao mesmo tempo em que a popularidade dos vinhos crescia, os vinhedos se expandiam para comportar a demanda do exterior. Sendo Henry II o beneficiário dos impostos na região, e desejando ele o incremento da indústria do vinho, os impostos de exportação da Aquitânia para a Inglaterra foram abolidos. Entre os séculos XIII e XIV, um código de práticas comerciais chamado Política de vinhos foi estabelecido para conferir, ao vinho da região, vantagens comerciais perante regiões circunvizinhas.

Em 1725, a propagação intensa de vinhedos por toda a região de Bordeaux fez necessária a implementação de divisões da região em áreas específicas, assim, o consumidor poderia saber, exatamente, onde havia cada vinho sido produzido. O ajuntamento desses novos distritos era conhecido como Vinhedos bordaleses e as garrafas eram rotuladas com o selo da região e do distrito onde foram produzidos os vinhos.

Devido a natureza lucrativa do negócio, outras áreas na França iniciaram a cultura de vinhedos, rotulando-os como produtos bordaleses. Como os lucros na região da Aquitânia esmaeciam, os vitivinicultores exigiram do governo uma lei que determinasse apenas os produtores da Região de Bordeaux habilitados a usar essa denominação de origem.

Em 1936, o governo atendeu aos apelos dos produtores e dispôs, através de lei, que todas as regiões vitivinícolas francesas deveriam indicar no rótulo das garrafas a região onde foi o vinho produzido.

A região vitivinícola de Bordeaux é dividida em sub-regiões, entre elas estão: Saint Émilion, Pomerol, Médoc e Graves. Em 1855, um sistema de qualificação, conhecido como Classificação Oficial do Vinho Bordalês, classificou os vinhos em cinco categorias que levavam em consideração o preço dos vinhos. Os tintos Premier Cru (quatro do Médoc e um, Château Haut-Brion, de Graves) estão entre os mais caros vinhos de todo o mundo.


Os Premier Cru são:

Em 1955, a AOC(Appellation d'Origine Contrôlée, rotulação de origem controlada) Saint Émilion foi classificada, o que criou duas novas classes de Premier Cru classe A:

Pomerol nunca foi oficialmente classificada, mas os vinhos de suas melhores propriedades, como o Château Pétrus e Château Le Pin, atingem preços bastante altos, frequentemente mais altos, inclusive, dos que os alcançados pelos Premier Cru.

Sauternes é uma sub-região do Graves conhecida por seu, intensamente doce, vinho branco de sobremesa, assim como os do Château d'Yquem. O intenso doce é resultado da ação do Botrytis Cinerea, um fungo conhecido popularmente pela denominação - 'nobre podridão'

Muitos críticos, inclusive o americano Robert Parker, acreditam que a classificação de 1855 está desatualizada e defendem que uma nova classificação seria do interesse dos consumidores em geral. À parte das discussões, a classificação de 1855 foi baseada, completamente, apenas nos preços dos vinhos. Desde de 1855, produtores compraram e venderam vinhedos; outros prestigiados produtores morreram; e muitas outras mudanças significativas ocorreram.

Em 1961, o governo francês decidiu rever a classificação e deliu dezessete 'Châteaux'. No final, a reclassificação proposta nunca aconteceu porque o governo se rendeu à pressão política exercida pelos proprietários de 'Châteaux' afetados, temerosos de que as mudanças significassem a diminuição dos preços, àquela época praticados. Certamente, há alguns vinhos não tão bons quanto a sua classificação apregoa aos consumidores, todavia, há, também, muitos produtores, com pouco ou nenhum reconhecimento de acordo com a classificação de 1855, que produzem vinhos de excelente qualidade.

Não obstante, generalizadamente, os vinhos Premier Cru são tidos, pelo público e crítica, como dos mais finos do mundo.

 

Classificação de 1855 dos vinhos de Bordeaux

  • Premiers Grands Crus - Haut-Brion • Lafite Rothschild • Latour • Margaux • Mouton Rothschild (1973)
  • Deuxièmes Grands Crus - Baron Pichon-Longueville • Brane-Cantenac • Cos d'Estournel • Ducru-Beaucaillou • Durfort-Vivens • Gruaud-Larose • Lascombes • Léoville Barton • Léoville Las Cases • Léoville Poyferré • Montrose • Pichon Longueville Comtesse de Lalande • Rauzan-Gassies • Rauzan-Ségla
  • Troisièmes Grands Crus - Boyd-Cantenac • Calon-Ségur • Cantenac-Brown • Desmirail • Ferrière • Giscours • Issan • Kirwan • La Lagune • Lagrange • Langoa Barton • Malescot St. Exupéry • Marquis d'Alesme Becker • Palmer
  • Quatrièmes Grands Crus - Beychevelle • Branaire-Ducru • Lafon-Rochet • Duhart-Milon-Rothschild • Marquis de Terme • Pouget • Prieuré-Lichine • Saint-Pierre • Talbot • La Tour Carnet
  • Cinquièmes Grands Crus - d'Armailhac • Batailley • Belgrave • de Camensac • Cantemerle (1856) • Clerc-Milon • Cos Labory • Croizet Bages • Dauzac • Grand-Puy-Ducasse • Grand-Puy-Lacoste • Haut-Bages Libéral • Haut-Batailley • Lynch-Bages Lynch-Moussas • Pédesclaux • Pontet-Canet • du Tertre
  • Sauternes et Barsac Premier
  • Cru Supérieur: Yquem
  • Premiers Crus: Climens • Coutet • Guiraud • La Tour-Blanche • Haut-Peyraguey • Lafaurie-Peyraguey • Rabaud-Promis • Rayne-Vigneau • Rieussec • Sigalas-Rabaud • Suduiraut
  • Deuxièmes Crus: d'Arche • Broustet • Caillou Doisy Daëne • Doisy-Dubroca • Doisy-Védrines • Filhot • Lamothe • de Malle • Myrat • Nairac • Romer • Romer du Hayot • Suau

 

                                            Saúde á todos!

 

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Domaine Olivier Leflaive  (HISTÓRIAS) escrito em sexta 24 junho 2011 06:16

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O Domaine Olivier Leflaive foi criado em 1984, com o propósito de aliar o savoir-faire do cultuado Domaine Leflaive às diferentes AOC (Appellation d'Origine Contrôlée) da Borgonha. Ícone inconteste da vinicultura francesa fundado em 1717, o Domaine Leflaive acumula um legado de técnicas e conhecimentos que fazem de seus vinhos verdadeiras obras-primas. Foi a partir dessa rica tradição que Olivier Leflaive fundou o seu próprio domaine, hoje reconhecido como um dos mais importantes da Borgonha. A partir do mosto de uvas de vinhedos meticulosamente cultivados e situados em terrenos excelentes, seus vinhos são produzidos quase artesanalmente, de forma a alcançar o potencial máximo das cepas e manter as particularidades e personalidade atribuídas por cada terroir.

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Saiba qual as diferenças entre Vinho Reservado, de Reserva e Gran Reserva  (CURIOSIDADES) escrito em segunda 09 maio 2011 06:48

Blog de fabianomarques :O Mundo dos Vinhos, Saiba qual as diferenças entre Vinho Reservado, de Reserva e Gran Reserva

Consumidores que costumam comprar vinhos em supermercados ou adegas já se depararam com o termo "Reservado", que ainda causa muita confusão. Cada região e cada tipo de uva tem uma definição diferente de "Reserva", que na maioria dos casos acaba sendo confundido com rótulos superiores aos tipos comuns e de colheitas tardias, por exemplo.

Entretanto, existe uma legislação diferente para cada país. Na Espanha, por exemplo, todo vinho reservado obrigatoriamente deve ser deixado por pelo menos 12 meses em barricas de carvalho e mais 24 meses na garrafa antes de ser comercializado.

A Itália também controla por legislação os chamados vinhos de "Riserva". Lá, utiliza-se esse termo quando um vinho foi envelhecido por pelo menos três anos.

Já em países sul-americanos, como Chile e Argentina, diversos produtores estampam ‘Reservado' nos rótulos sem as exigências legislativas dos países europeus. Justamente por falta desse controle, um vinho reservado dessas regiões, por exemplo, não é indício de superioridade perante os demais vinhos. Na melhor das hipóteses, serve para distinguir os vinhos de um mesmo produtor - mas não significa que todos passaram pelo rígido processo de envelhecimento dos rótulos europeus.

Na teoria, os vinhos reservados são aqueles extraídos de safras separadas de um mesmo tipo de uva. As melhores uvas de determinada safra são selecionadas e geralmente são colhidas em um terreno separado dos vinhedos, para serem submetidas ao processo de envelhecimento.

Alguns enólogos acreditam que em muitos casos o uso da palavra ‘Reservado' acaba sendo estratégia de marketing dos produtores. É por isso que alguns vinhos mais sofisticados, que passaram por um processo mais complexo de envelhecimento, podem ser denominados de ‘Gran Reserva', para diferenciá-los dos demais.

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Destaque  (REGIÔES PRODUTORAS) escrito em quinta 27 janeiro 2011 13:17

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GLERA - A uva do Espumante "Prosecco" de Valdobbiadene!

Os italianos passam a chamar de "Glera" a cepa (uva) Prosecco e reservam o termo "Prosecco" para o nome de uma vasta região produtora demarcada.
Em razão disso, esqueça quase tudo o que você aprendeu sobre o 'Prosecco' - o leve e gostoso espumante elaborado na região do Vêneto, no norte da Itália. Até agora, todos os livros e cursos sobre vinhos italianos ensinavam que "Prosecco" era tanto o nome do espumante quanto da uva usada exclusiva ou majoritariamente em sua elaboração.
Desde o dia 01 de Agosto'2009, 'Prosecco' deixou de ser oficialmente o nome da cepa (uva) branca empregada neste espumante. A variedade, diz a nova legislação penisular que acaba de entrar em vigor, passou a se chamar "Glera", nome com o qual a uva era conhecida na vizinha região do Friuli-Venezia Giulia, perto da fronteira com a Eslovênia.
As mudanças não param por aí... A região clássica, historicamente associada à produção do espumante, ao norte da cidade vêneta de Trevisa, entre as colinas de Conegliano e Valdobbiadene, foi promovida da condição de DOC (Denominazione di Origine Controllata), em que estava há exatos 40 anos, para a de DOCG (Denominazione di Origine Controllata e Garantita). Ao menos na letra fria da lei, as áreas que são DOCG deveriam produzir vinhos de maior qualidade do que uma DOC, embora essa definição seja realmente mais técnica do que prática. E tem mais!.. A vasta zona mais plana em que se produzia Prosecco dentro da categoria IGT (Indicazione Geográfica Típica), a que legalmente possui menos restrições e controles de qualidade, foi elevada à condição de DOC e estendida a ponto de incluir áreas do Friuli, distantes mais de 130 km da área vêneta historicamente associada ao Prosecco.
O aumento da área produtiva veio, obviamente, corrigir uma omissão do passado: os italianos agora nos ensinam que a uva Prosecco (ou seja, a Glera) é, na verdade, originária de uma localidade friulana, distante 10 km do centro da cidade de Trieste, chamamada Prosecco.
O novo cenário, bastante artificial, está criado e seu objetivo é claro: proibir o uso da palavra "Prosecco" nos rótulos de espumantes elaborados fora das zonas delimitadas de produção no Vêneto e no Friuli. Como era nome de uma uva, o termo Prosecco podia ser utilizado por produtores de qualquer parte do mundo no rótulo de espumantes feitos com essa variedade. Agora, numa canetada, Prosecco deixou de ser legalmente uma cepa vinífera e ganhou a condição de DOCG e de DOC, ou seja, Prosecco virou oficialmente a designação de uma denominacão de origem, de uma região produtora demarcada, um conceito protegido pela legislação europeia. Em suma, a estratégia é a mesma utilizada no início do século passado pelos franceses para garantir o uso exclusivo do nome "Champagne" nos espumantes produzidos na região das cidades de Reims e Épernay. A única diferença, nada desprezível, é que a palavra "Champagne" sempre foi usada no passado (e no presente!) para evocar uma região, enquanto o vocábulo "Prosecco", consagrado como nome de uva, nunca foi empregado para evocar uma zona de produção.
Enfim, a nova regra (legal) está efetivada e será posta em prática imediatamente...
Eu, como sempre fiz, continuarei tomando meus "Prosecco de Valdobbiadene DOC CREDE" da Azienda Agrícola Bisol Desiderio & Figli ( www.bisol.it ), um dos mais respeitados produtores da região onde a uva Prosecco (agora Glera) sempre foi vicejante e fez o mundo conhecer esse saboroso espumante!
Bons goles!

 Fonte: http://wineconsultant.blogspot.com/2010/04/glera-uva-do-espumante-prosecco-de.html

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